Padrão nacional · Sefin · ADN
O importador puxa as notas direto do Ambiente de Dados Nacional com o certificado A1 da empresa, deduplica pela chave de acesso e mantém o histórico dos portais municipais desativados no mesmo acervo.
| NSU | Chave de acesso | Papel | Resultado |
|---|---|---|---|
| 104 821 | 3126 0412 3456 7800 0199 … 0001 | emitida | nota nova |
| 104 822 | 3526 0612 3456 7800 0199 … 0002 | tomada | nota nova |
| 104 823 | 3126 0412 3456 7800 0199 … 0001 | tomada | mesma nota · 2º vínculo |
| 104 824 | evento e101101 → … 0001 | — | cancelada |
Desde esta data, as ME e EPP do Simples Nacional emitem exclusivamente pelo padrão nacional. O ADN passa a ser o canal principal — e os portais municipais, onde vive o histórico, foram desativados.
O que entra pelo ADN e o que você sobe de um pacote antigo terminam na mesma tabela, com a mesma chave, os mesmos filtros e o mesmo XML guardado.
Sobe o .pfx com a
senha. O arquivo e a senha ficam cifrados em repouso e nunca voltam por nenhuma tela
ou API. A validade aparece no painel, com aviso 30 dias antes de vencer.
A conexão com o ADN usa mTLS com o certificado da própria empresa. O cursor de NSU só avança depois que o lote foi gravado — se cair no meio, reprocessa sem duplicar nada.
Listagem com filtro por competência, papel, situação e CNPJ. O XML original fica disponível para download durante toda a guarda de cinco anos.
Reforma tributária
A NFS-e ganhou os grupos de IBS e CBS no leiaute 1.01. Notas antigas continuam em 1.00, sem esses grupos — e vão continuar por anos. O parser lê as duas versões, grava qual delas encontrou e trata campo ausente como ausente, nunca como erro.
Sem o grupo IBSCBS. Os campos de IBS e CBS ficam nulos — e isso é um fato sobre a nota, não uma falha de leitura.
Os totais saem de infNFSe/IBSCBS/totCIBS, e as colunas já existem desde a primeira migração do banco.
Importar XML é fácil no caminho feliz. O que dá trabalho é tudo o que acontece fora dele.
A mesma nota chega pelo prestador e pelo tomador. A deduplicação é pela chave de acesso de 50 dígitos: um registro, um vínculo por empresa e papel.
O ADN não garante que a nota venha antes do cancelamento dela. Evento órfão fica pendente e é reaplicado assim que a nota entra.
Documento com problema vai para uma dead-letter com o XML bruto e o motivo. O lote segue, e dá para reprocessar depois.
O XML original é preservado na íntegra sempre — inclusive quando a leitura dos campos falha em parte. O que foi extraído é conveniência; o arquivo é a prova.
Pacote .zip com milhares de XMLs dos portais desativados, processado em
segundo plano, com relatório de importadas, duplicadas e com erro.
Cada empresa com seu certificado e seu cursor. O escopo vem do token, não do parâmetro — um tenant não enxerga a nota do outro.
Integração
Credencial por empresa, escopo por operação e token de curta duração. Sem planilha no meio do caminho, sem exportação manual.
# 1 · trocar a credencial por um token curl -X POST https://seu-host/oauth/token \ -u "$CLIENT_ID:$CLIENT_SECRET" \ -d "grant_type=client_credentials" # 2 · listar as notas da competência curl "https://seu-host/integracao/v1/notas?competenciaDe=2026-01-01" \ -H "Authorization: Bearer $TOKEN" # 3 · baixar o XML original para a guarda fiscal curl "https://seu-host/integracao/v1/notas/$CHAVE/xml" \ -H "Authorization: Bearer $TOKEN"
A homologação começa em produção restrita, com o certificado A1 da sua empresa e sem tocar em dado de produção. Em uma conversa dá para ver a sincronização puxando as suas notas.